Pimenta Baniwa-Jiquitaia

Pimenta Baniwa-Jiquitaia

Amazônia

Original da Amazônia, enfeitiça quem experimenta.

Cogumelo Yanomami

Cogumelo Yanomami

Amazônia

É objeto de pesquisas multidisciplinares que envolvem antropólogos, ecólogos, biólogos e...

Mini Arroz

Mini Arroz

Vale do Paraíba

Um pequenino e arredondado grão com textura macia, aroma suave e levemente floral. O Mini...

Farinha de Milho

Farinha de Milho

Sudeste/Centro-Oeste/Sul

Derivada do milho caipira, fortalece a cadeia vital que une o campo à mesa. Esta receita é...

Pimenta Baniwa-Jiquitaia

Original da Amazônia, enfeitiça quem experimenta.

Um pó, misto de diferentes tipos de pimentas nativas, secas ao sol e acrescidas de sal. É o principal elemento nos rituais sagrados da floresta que elevam o espírito, trazem proteção ao corpo e abençoam a terra. É cultuada pelas mulheres, que, conectadas com os tempos da natureza, trocam sementes de pimenta com povos vizinhos a cada lua.

Graças à grande variedade de espécies contida desta iguaria, cada mistura Baniwa é única. Um ingrediente utilizado para agregar profundidade em cozidos de peixe, caças e outros caldos. Encantam assim, cozinheiros e difundem uma cultura milenar.

Origem

Amazônia

Pimenta Baniwa-Jiquitaia

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Cogumelo Yanomami

É objeto de pesquisas multidisciplinares que envolvem antropólogos, ecólogos, biólogos e cozinheiros inspirados no profundo conhecimento empírico indígena.

Este rico funghi eclode naturalmente e tem na floresta o ambiente ideal, composto de umidade, material orgânico e temperatura das sombras tropicais.

Um cogumelo nativo que passa a fazer parte do rol de ingredientes comercializados no Brasil. Em sua composição contam mais de 10 espécies diferentes, são secos para reservar suas qualidades. Quando reidratados retomam a textura macia e deixam em evidência um forte sabor de terra defumada. Dessa forma, perfuma massas, carnes, frango e peixe ou pode ser consumido puro, num simples caldo temperado com cebola e sal.

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Cogumelo Yanomami

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Mini Arroz

Um pequenino e arredondado grão com textura macia, aroma suave e levemente floral. O Mini Arroz é um produto 100% nacional, variedade inédita desenvolvida e cultivada no Vale do Paraíba, pelas mãos do ousado rizicultor José Francisco Ruzene, conhecido como Chicão.

Muito apreciado e difundido mundialmente, não só pelo seu formato, mas também pelas inúmeras possibilidades de preparo. Vai bem cozido como o arroz comum, mas também faz excelente papel em caldos pelo seu alto teor de amido, e em saladas pela sua consistência crocante. Quem prova se pergunta: é um cuscuz? Mini lentilha? Sagu? É apenas o arroz diariamente presente na mesa dos brasileiros.

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Vale do Paraíba

Mini Arroz

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Farinha de Milho

Derivada do milho caipira, fortalece a cadeia vital que une o campo à mesa. Esta receita é produzida unicamente da mistura de milho ralado com água e dispensa qualquer corante, aditivo ou tempero. A fama deste ingrediente entre os chefs se dá por conta de seu amarelo vibrante, textura crocante obtida em torra perfeita no fogo a lenha, seu sabor intenso e versatilidade na cozinha.

Fabricado a partir de milho não transgênico, algo raro nos dias de hoje, por famílias que, como a Bragato, da fecularia Nossa Senhora das Brotas, que desde 1957 usa apenas milho cultivado por pequenos produtores da região, que são manuseados e transformados artesanalmente utilizando técnicas tradicionais passadas por gerações.

Origem

Sudeste/Centro-Oeste/Sul

Farinha de Milho

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Castanha de Baru

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Cerrado

Na paisagem da savana brasileira é possível ver de longe o Baruzeiro, frondosa árvore em...

Priprioca

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Amazônia

Um mergulho perfumado no universo das raízes amazônicas. Descoberta pela indústria de...

Mel de Abelha nativa brasileira

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Em todo o brasil

As abelhas nativas brasileiras não têm ferrão, são insetos sociais, de grande diversidade...

Formiga Saúva Amazônica

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Amazônia

Incomum na mesa dos brasileiros, a formiga é tradicionalmente consumida pelos índios...

Queijo Canastra

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Minas Gerais

Minas Gerais leva em sua bandeira a frase do latim “Libertas Quæ Sera Tamen”, em...

Palmito Pupunha

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Mata Atlântica e Amazônia

Uma alternativa sustentável, ecológica e economicamente rentável aos apaixonados pelo...

Tucupi

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Amazônia

Poderoso caldo extraído da mandioca brava com a ajuda do tipiti, uma prensa indígena feita...

Mandioca

Mandioca

Todo o Brasil

Macaxeira, aipim, mandioca brava, maniva... São infinitos os nomes destinados ao tubérculo...

Castanha de Baru

Na paisagem da savana brasileira é possível ver de longe o Baruzeiro, frondosa árvore em que se derramam os frutos de Baru. A cultura deste alimento é realizada pelas comunidades locais, em sua maioria mulheres num sistema de extrativismo sustentável, no qual os frutos são colhidos um a um.

Pela difícil lapidação de seu fruto para a obtenção da amêndoa, que é protegida por uma dura casca, ganha fama de joia, sendo considerada o diamante do cerrado.

Ainda é famosa pelo seu carácter afrodisíaco e, diz a lenda, que na época de Baru a fertilidade na comunidade aumenta.

Consumida crua tem sabor próximo ao do amendoim ou ao da castanha de caju, só que mais forte, como se já estivesse torrada. Rende bem em receitas de pé-de-moleque, rapadura e paçoquinha.

Origem

Cerrado

Priprioca

Um mergulho perfumado no universo das raízes amazônicas. Descoberta pela indústria de cosméticos, é matéria-prima de perfumes, essências e óleos. Sua fragrância é complexa, assim como os elementos que compõem toda a floresta, trazendo à tona notas de madeira, carvão, fumaça, flor do oriente e frescor de grama molhada. Tem características marcantes que entorpecem quando utilizada na gastronomia, normalmente em essências secretas, que perfumam sobremesas e drinks, capazes de levar o paladar a um intrigante sabor amadeirado e doce.

Origem

Amazônia

Mel de Abelha nativa brasileira

As abelhas nativas brasileiras não têm ferrão, são insetos sociais, de grande diversidade e ocorrem nas terras tropicais do Brasil. A herança indígena é evidenciada nos nomes das espécies como jataí, uruçu e tiúba. Essa ligação também se observa na lida com as abelhas tornando a domesticação destas espécies uma cultura popular no norte e nordeste.

Este líquido translúcido, com tons que variam do amarelo claro ao marrom escuro, impressiona pelo seu corpo leve e sabores que vão do ácido intenso até alto grau de doçura, em um equilíbrio perfeito. Desde 1934, data da legislação que regulamenta a comercialização de meles, é proibido e tem se tornado uma mercadoria marginal. No passado, este néctar foi o principal adoçante natural e uma fonte de energia indispensável.

Origem

Em todo o brasil

Formiga Saúva Amazônica

Incomum na mesa dos brasileiros, a formiga é tradicionalmente consumida pelos índios amazônicos como complemento alimentar por suas propriedades altamente proteicas e potente agente de sabor. Muito mais do que a apropriação simbólica da culinária indígena, o consumo da formiga saúva é uma forma de reflexão para questões de sustentabilidade do futuro da alimentação, num mundo dependente de carne animal como única fonte de proteínas. O fascínio é a única reação diante da explosão de sabores frescos de ervas, gengibre e capim limão, capazes de zerar qualquer má impressão cultural. Na gastronomia moderna, pode ser apresentada com frutas mais ácidas como o abacaxi, realçando ainda mais o potencial herbáceo que ajuda limpar o paladar.

Origem

Amazônia

Queijo Canastra

Minas Gerais leva em sua bandeira a frase do latim “Libertas Quæ Sera Tamen”, em português, “Liberdade ainda que tardia”. E o queijo da Serra da Canastra, que foi outrora moeda de troca entre os tropeiros, tamanha sua importância cultural, é o símbolo da luta para que o pequeno produtor deste queijo de leite cru fosse legalizado no Brasil a partir de 2013.

Mineiros autênticos, os queijos desta variedade são produzidos por produtores rurais de maneira artesanal histórica há mais de duzentos anos na região. Premiado mundo afora, hoje é facilmente encontrado nos mercados e se impõe diante de tantas opções. Já conquistou o gosto de consumidores mais exigentes pelo sabor marcante, intenso e encorpado.

Origem

Minas Gerais

Palmito Pupunha

Uma alternativa sustentável, ecológica e economicamente rentável aos apaixonados pelo palmito. Tem um papel fundamental na conservação de palmeiras de outras espécies, como o Juçara e Açaí que quase desapareceram da mata, devido ao extrativismo e comportamento peculiar, já que o palmito pode ser extraído apenas uma vez, exterminando a árvore adulta.

A pupunheira apresenta vantagens para produção devido a sua generosidade produtiva e regeneração natural, brotando a cada poda, novas mudas a partir da matriz. Utilizam-se os cachos de coquinho em sorvetes e sucos; do caule o palmito macio, delicado e doce; e das fibras se faz peças de artesanato.

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Mata Atlântica e Amazônia

Tucupi

Poderoso caldo extraído da mandioca brava com a ajuda do tipiti, uma prensa indígena feita de palha que separa o caldo da mandioca crua e ralada a partir de uma massa densa e úmida. Apenas com os segredos compartilhados pelas ribeirinhas é possível lidar com ácido cianídrico contido nestas raízes. Este suco dourado descansa até alcançar leve fermentação e depois é cozido com ervas locais, volatizando, assim, as toxinas. Popularmente apelidado de shoyu paraense, é ingrediente principal em pratos típicos como o tacacá e o pato no tucupi. Na boca neutraliza a sensação de gordura devido ao seu alto grau de acidez.

Origem

Amazônia

Mandioca

Macaxeira, aipim, mandioca brava, maniva... São infinitos os nomes destinados ao tubérculo símbolo do Brasil. Alimento de grande importância cultural e principal base na alimentação dos povos indígenas espalhados de norte a sul, há de se ter cuidado, pois nem todas as variedades são próprias ao consumo humano. Algumas podem ser altamente tóxicas, sendo que somente a sabedoria ancestral é capaz de distinguí-las.

O consumo é muito variado e democrático, desmembrando-se em farinhas, tapiocas, tucupi, cozida, frita, etc. proporcionando a cada cozinheiro total liberdade no preparo deste alimento. Doce ou salgada, atua como protagonista em bases ou acompanhamento, tendo sempre papel de destaque.

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Todo o Brasil

Tapioca

Tapioca

Norte e Nordeste do Brasil

O pão indígena, a tapioca é a fécula da mandioca in natura, extraída do líquido escorrido...

Cambuci

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Mata Atlântica

É chamada pelos índios de kamu’si (pote d’água em tupi-guarani). A árvore, nativa da Mata...

Erva-Mate

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Sul do Brasil

É signo da saudação da chegada, da hospitalidade e o sinal da reconciliação. Desta forma,...

Jambu

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Amazônia

Uma planta brincalhona que ao ser mastigada evolui numa sensação ferrosa e gelada mesmo em...

Cupuaçu

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Norte e Nordeste do Brasil

Dispostas em tabuleiro, num mercado a céu aberto na cidade de Belém do Pará, acomodam-se...

Baunilha do Cerrado

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Cerrado

Se a baunilha do cerrado fosse personificada, caminharia pelo mundo seduzindo a todos com...

Cumaru

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Amazônia

Potente especiaria selvagem, esta semente é a matriz da gigantesca Amburana, árvore de...

Castanha do Pará

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Amazônia

Se a castanheira tivesse um codinome, seria Majestade. A mais longilínea e elegante árvore...

Tapioca

O pão indígena, a tapioca é a fécula da mandioca in natura, extraída do líquido escorrido da matéria-prima ralada e espremida no tipiti, prensa indígena feita de palha. Batizada de goma, apenas a parte sólida resulta numa massa densa e branca que é levada ao sol para secar. Símbolo da culinária tradicional do Norte e Nordeste, esta farinha mágica cola em contato com o calor, formando uma estrutura compacta. Ganhou popularidade em todas as regiões do país por seu alto valor nutritivo, ausência de glúten e sabor neutro.

Iguaria muito apreciada em feiras livres, doce ou salgada, permite grandes variedades de recheios nos preparos e composições culinárias.

Origem

Norte e Nordeste do Brasil

Cambuci

É chamada pelos índios de kamu’si (pote d’água em tupi-guarani). A árvore, nativa da Mata Atlântica, abundava nos altos da Serra do Mar e esteve à beira da extinção por ser explorada em larga escala pela excelência de sua madeira. Graças ao trabalho das comunidades locais, esta espécie tem sido resgatada e protegida, transferindo o valor da madeira para a fruta.

Com formato achatado, parecida a um disco voador, pele delicada em tom verde oliva, tem polpa carnosa, aroma intenso e sabor azedo, levemente tânico. Das frutas silvestres, assemelha-se ao araçá e à goiaba verde, e é usada em sorvetes, sucos, cachaças, drinks e infusões.

Origem

Mata Atlântica

Erva-Mate

É signo da saudação da chegada, da hospitalidade e o sinal da reconciliação. Desta forma, esta erva é tratada e preparada pelos pampas gaúchos, povo residente do extremo Sul do Brasil.

Erva de sabor amargo, é muito ingerida pelos índios Guaranis com a finalidade de ganhar energia vital para prosseguir em longas caminhadas pela mata devido às propriedades estimulantes.

Faz parte do hábito diário do gaúcho beber o mate numa cuia confeccionada para este ato, seja quente como chimarrão ou frio no preparo do tereré, sempre em rituais que os compartilham em rodas.

Origem

Sul do Brasil

Jambu

Uma planta brincalhona que ao ser mastigada evolui numa sensação ferrosa e gelada mesmo em temperatura natural. Provoca uma bagunça no paladar: na língua causa tremores e uma sensação eletrizante que, ao se abrir, chega ao sabor umami.

Erva típica da região norte do Brasil também é conhecida como agrião-do-Pará, onde é cultivada e utilizada como condimento culinário em infinitos preparos como os famosos tacacá, pato no tucupi, arroz de jambu e infusões alcoólicas que potencializam ainda mais suas características anestesiantes.

Origem

Amazônia

Cupuaçu

Dispostas em tabuleiro, num mercado a céu aberto na cidade de Belém do Pará, acomodam-se inúmeras esferas ovais com textura aveludada. Uma fruta de aparência estranha, casca bruta e castanho-escuro, grande a ponto de encher as duas mãos juntas. Quando aberta, surpreende com seus gomos gelatinosos, agridoces e brancos.

Da família do cacau, o cupuaçu tem um sabor próximo que revela seu parentesco, porém mais rico em poupa. Por ser frágil e oxidar facilmente depois que tirado do pé, é comumente usado na forma de polpa em sorvetes, sucos, compotas e licores.

Origem

Norte e Nordeste do Brasil

Baunilha do Cerrado

Se a baunilha do cerrado fosse personificada, caminharia pelo mundo seduzindo a todos com o seu perfume doce e floral. Esta é a alma poderosa desta orquídea. Considerada o ouro negro do cerrado, a espécie baunilha-banana leva vantagem pelo seu tamanho, que inspira seu nome.

Tem um fascinante papel de desenvolvimento social nas regiões de cultivo e encanta a todos com sua fava gigante, que seca traz notas de tabaco. Agrega sabor em diversos preparos doces e salgados, como molho de carnes, chocolates e compotas, conferindo um toque suave de fruta madura.

Origem

Cerrado

Cumaru

Potente especiaria selvagem, esta semente é a matriz da gigantesca Amburana, árvore de madeira perfumada utilizada para fabricação de barris que conferem sabores mais complexos a destilados como a cachaça e uísque. Suas sementes contêm propriedades medicinais que os índios e povos do Norte conhecem e adicionam no preparo das garrafadas, verdadeiras poções com poder de cura.

O Cumaru é ralado, assim como a noz moscada, e tem seu uso em preparos de molhos, cremes, sorvetes e bolos, podendo substituir os aromatizantes de baunilha e trazendo um toque de excentricidade em receitas simples.

Origem

Amazônia

Castanha do Pará

Se a castanheira tivesse um codinome, seria Majestade. A mais longilínea e elegante árvore da floresta tem copa volumosa recheada de grandes esferas de madeira. Seu fruto revela resistentes gomos, a Castanha do Pará, preparada e entregue como um presente divino da natureza. Também conhecida como Castanha do Brasil, além de alimentar os povos desta região, é um dos produtos mais difundidos da Amazônia mundo afora, devido ao seu alto valor nutricional e delicado sabor. Esta rica noz tem em sua essência muito mais que um superalimento da floresta, carrega a fórmula da beleza e cura. Na cozinha reina pura ou na extração de seu leite e azeites.

Origem

Amazônia

Sabores Originais

Por trás de cada prato, a jornada de um chefe. Em cada ingrediente, uma história.

E todas elas merecem ser compartilhadas.

Porque comida é cultura e aproximar o saber do comer é essencial pra mudar a relação do homem com o alimento e com ele mesmo.

Descobrir cada um desses ingredientes é abrir os olhos para um mundo novo.

Por isso, aqui você pode desvendar e experimentar sabores originais que fazem parte da cultura culinária brasileira.

É hora de conhecer essas histórias e ajudá-las a irem ainda mais longe.

1:30:45
Indie Game: The Movie